“Eu aprendi a dançar sem pensar e a pensar com o corpo!!!”

Andréa Pontes, paraense, Assistente Social, Doutoranda em Antropologia Social.


“A FELICIDADE é sempre o resultado de atividades criativas. Por isso, DANÇAR com vocês no grupo me deixou muito feliz!”

Cinthia, Assistente Social e Pianista – paraense que vive em Sorocaba-SP


“Deu pra ouvir um canto doce de passarinho , deu pra sentir as águas doces e este povo tão sábio e tão doce tambem!...
Deu saudade
E vi de novo o privilégio encantado que foi este encontro, estes momentos...
Fiquei até hoje com o espanto picante e surpreendente desta folha afrodisíaca...(so esqueci o nome dela)
Lembro com carinho de muitas coisas...”

Sophie Ducrez, Francesa, participou de uma vivência com as Danças da Amazônia em Apeú/PA, através do Programa Rede de Embalo com a facilitação de Kaka Werá Jecupé e participação com as Danças da Amazônia por Déa Melo e Esperança Alves.


"Compartilhar as Danças Circulares Sagradas é como ouvir serenas melodias, permitindo a todos sintonizar boas freqüências onde o emocional banha-se de harmonia, auxiliando cada um a fazer um trabalho de firmeza no pensamento e limpeza no coração."

Waldiney Machado, 28, músico percussionista e construtor de instrumentos percussivos rústicos.


"Meu primeiro contato com a Dança Sagrada foi através de uma dança cigana linda chamada Mori Shef (Hungria). Senti uma alegria indescritível! Desde então, nunca mais deixei de dançar e as rodas se tornaram para mim fonte de energia, encantamento, alegria e, sobretudo, a singularidade e humildade de viver em paz na coletividade, na diversidade, dançando e sentindo a presença do sagrado em tudo o que existe.

Giselle Dantas 25;,Terapeuta Ocupacional, Belém-PA .- Participa das rodas do Programa Pirapuracéia e fez seu trabalho de conclusão de curso com o tema " Danças Circulares Sagradas - Uma Proposta de Espaço Terapêutico para a (Des) Construção-Reconstrução da Imagem Corporal do Idoso", na Universidade Estadual do Pará .


"Geralmente ao dançar fico embaraçada, exceto quando danço com o grupo Manamani. Dançando esqueço dos problemas e do mundo lá fora. É como se entrasse em transe. Além disto, desfruto da companhia de pessoas maravilhosas. Nós dançamos, brincamos e conversamos muito sobre como conviver em harmonia com a natureza, com o mundo. Quando danço me sinto em paz. Obrigada a todos que participam do grupo por despertar em mim sentimentos tão bons."

Izabela Almeida 21, Estudante de Nutrição, Belém/PA . - Participa das rodas do Programa Pirapuracéia .


"Dançar, para mim, é pulsar e fluir na vida. Um momento divino em que a razão acalma e a alma se expressa. A dimensão maior se abre, o mágico acontece, o corpo fica leve, a energia conduz, a perfeição se manifesta. Inteireza, êxtase, espontaneidade, alegria, liberdade são sensações que me tomam nos momentos de grande entrega para a dança. Claro que nem sempre estamos disponíveis à intensidade de um êxtase, mas sempre é bom poder ouvir o que o nosso ser quer e darmos a ele a oportunidade de nos conduzir nesta dança da vida!"

Araci 33;Fisioterapeuta e Terapeuta Taoísta, Brasília-DF - Participou de uma vivência com as Danças Sagradas da Amazônia, através do Programa Remanso.


"Com as Danças Circulares, aprendi que aprender no círculo é mágico; aprendi que outras mulheres podem quando acionadas em conjunto, mudar significativamente o mundo, para se tornar um mundo de paz e harmonia, onde todos possam ter a chance de ser felizes; aprendi a compartilhar minha história e me emocionar com a história das outras; aprendi a sentir em meus pés, braços e todo o corpo  o mágico movimento da vida, do mundo, das diversas culturas, da conexão.Aprendi que não importa o passo torto, importa o movimento, pois em alguns momentos estamos direcionando o circulo e em outros estamos sendo direcionadas.

Nas Danças Circulares, aprendi a conectar minha força yang , com a minha suavidade yin. Nas danças posso ser guerreira e também um poço de amorosidade. Posso levar e ser levada, posso acolher e ser acolhida".

Katia Esteves da Rocha 53 ; Economista, Belém-PA . - Participou de Workshops de Danças Circulares Sagradas, através do Programa Saber Tralhoto.


"Quando eu danço, me curo, divido, me junto e me espalho...

Dançar para mim é me deixar transformar numa onda do mar, num pássaro, numa brisa ou em vento. É me fazer livre, sonhadora, mágica e feliz...

Quando fiz a dança na Abra 144, na Amazônia, pude sentir a luz que tenho, pude fazer essa luz brilhar....naquele momento reparti e me transformei em fonte de luz tambem...

Dancar sob a luz da lua, ou ao nascer do sol ée bom demais...Ai, que saudade ... aí, eu danço e a saudade se vai...

Dançar em meio ao ambiente amazônico foi mágico, foi fantástico. Lua cheia!
Pude Fazer as Danças Sagradas da Amazônia e pude me curar. Curei o meu coração magoado e minha mente estressada. Dei as mãos, o primeiro passo e logo estava envolvida com aquela energia mágica...

Naquele momento em que dancei em círculo me dei conta que posso ser livre, leve e solta!"

Camila Tolosa Bianchi 31; Permacultora ,Educadora e Advogada, São Paulo/SP -  Participou de uma vivência com as Danças Sagradas da Amazônia, através do Programa Remanso.


"Descobri que a dança para mim é meditativa. É estar no aqui e agora. É sentir, sentir e deixar fluir..."

Márcia Brandão 46; Psicóloga atuando em Desenvolvimento Empresarial , Belém/PA -Participou de Workshops de Danças Circulares Sagradas, através do Programa Saber Tralhoto e dança nas rodas do Programa Pirapuracéia.