
Mana-Maní Círculo Aberto de Comunicação, Educação e Cultura é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público OSCIP, de caráter educativo-sócio-cultural, com sede na Av. João Paulo II, 1400/Sala A, Belém Pará -
Amazônia Brasil.
Tem por missão, facilitar a emergência dos Valores Humanos, destacando os aspectos universais nas diversas culturas, a partir do reconhecimento, valorização e difusão da diversidade cultural amazônica brasileira, por uma sociedade criativa, inclusiva e amorosa .

O foco de atuação da organização está em iniciativas e programas de caráter educativo-sócio-culturais, na região Amazônica, apoiados na abordagem transdisciplinar-holística, tendo como principal metodologia as Danças Circulares dos Povos.
Desenvolve as atividades através de sete programas - Saber Tralhoto; Peneirando; Pirapuracéia; Agrado Nativo; Rede de Embalo; Remanso; Retiro - envolvendo públicos diversos, desde maio/2002.

Mana-Maní defende a idéia que todas as pessoas são lideranças em potencial. Podem e devem ser incentivadas a desenvolver talentos e qualidades criativas, para o exercício de ações e atitudes pautadas nos princípios da Liderança Circular - Identidade-Autoconhecimento, Criatividade e Valores Humanos Universais (Amor, Paz, Verdade, Ação-Correta e Não-Violência).
A partir da valorização das tradições dos povos, especialmente dos amazônicos, integrados com os saberes científicos transdisciplinares, Mana-Maní dá sua contribuição à humanidade, uma vez que para a preservação da diversidade biológica da Amazônia de importância estratégica para o equilíbrio do planeta é fundamental também resguardar o patrimônio imaterial, a diversidade cultural que oferece conhecimentos milenares e inesgotáveis, se forem preservados, perfeitamente adequados à sustentabilidade da vida nos dias de hoje.
Saiba...
A Transdisciplinaridade é uma abordagem científica e cultural, emergente que une Ciência, Filosofia, Artes e Tradições e é orientada pela Organização das Nações Unidas - UNESCO , como pilar para a construção de uma
Cultura de Paz na sociedade do século XXI.

Diretoria
Coordenação Geral
Déa Melo Comunicadora Social Jornalismo e Publicidade e Propaganda; Especialista em Administração da Cultura FVG/ São Paulo; Consultora na área de Comunicação Criativa; Cinco anos de estudos na Universidade Internacional Holística da Paz UNIPAZ/Brasília-DF, tendo concluído a Formação Transdisciplinar-Holística de Base; Formação em Corpo e Criatividade:Abordagem Gestáltica; Quinze anos de experiência em coordenação e apoio a programas e ações sociais voluntárias; Curso Básico de Educação em Valores Humanos - Fundação Peirópolis/SP; Treinamentos e Vivências de Danças Circulares dos Povos desde o ano de 2000;Focalizadora de Danças Circulares Sagradas e Pesquisadora, das Danças e Tradições Amazônicas; Co-criadora da organização Mana-Maní.
Coordenação para Assuntos Estratégicos
Esperança Alves Educadora, Co-Criadora e Coordenadora para Assuntos Estratégicos da OSCIP Mana-Maní Círculo Aberto de Comunicação, Educação e Cultura; Focaliza vivências e treinamentos com grupos na área urbana e em comunidades tradicionais da Amazônia, a partir das Danças de Roda e Mitos dos Povos, numa perspectiva Transdisciplinar, integrando Criatividade, Diversidade Cultural e Valores Humanos; Há 06 anos participa de treinamentos e cursos livres nas áreas de Educação Transdisciplinar/UNIPAZ-Brasília; Danças Circulares dos Povos/TRIOM-SP e MANA-MANÍ/PA; Educação em Valores Humanos/Fund. Peirópolis-SP; além de eventos diversos focando a Identidade-Diversidade Cultural Amazônica-Brasileira Jogos, Festivais, Seminários, Festividades Tradicionais e outros; Integra o Fórum Permanente das Culturas no Pará, onde busca influenciar a elaboração e implementação de políticas públicas para as culturas populares tradicionais e inclusão destas nos Processos Educativos Formais e Informais.
Coordenação de Gestão Administrativo-Financeira
Deyse Santos Melo Godinho Administradora de Empresas há 17 anos; especialista em Gestão de Organizações do Terceiro Setor; 08 anos de trabalho social voluntário; Fez parte de 80% dos Treinamentos da primeira versão do Programa Saber Tralhoto no curso de Liderança Circular; participa integralmente do Programa Pirapuracéia; é voluntária em algumas ações de Mana-Maní.
Conselho Fiscal:
Jório Francisco Luz Bahia Administrador com atuação na área privada.
Márcia Cristina Ribeiro de Almeida Pedagoga com especialização em Projetos.
Iolane Socorro Nobre de Oliveira Psicóloga com especialização em Educação Especial e Infantil.
Angélica Homobono Nobre - Fisioterapeuta, Doutoranda em Antropologia Social, Professora Universitária.
Jamiro Ferreira de Faria Empresário.

Das Comunidades Tradicionais
Comunidade Quilombola de Cacau de Colares/PA
Comunidade Quilombola de Umarizal de Baião/PA
Comunidade do Igarapé do Combú - Ilha do Combú - Belém/PA
Grupo Tradicional de Samba de Cacete de Igarapé-Preto, Oeiras/PA
Irmandade de São Benedito de Santarém-Novo/PA
Irmandade de São Benedito - Marujada de Bragança/PA
"Os Quentes da Madrugada" - Grupo Tradicional de Carimbó de Santarém-Novo/PA
Das Comunidades Urbanas
Alana Barboza - Formação de Professores na Universidade Federal do Pará e Curso de Educação Infantil na Universidade de Barcelona Espanha. Atua junto à comunidade ribeirinha do Combu.
Lilian Tatiana Vieira, graduada em Socilogia, pela Universidade Federal do Pará UFPA. E engajada nos estudos da Ciência Política e nos movimentos culturais de Belém.
Andréa Pontes - Assistente Social, Doutoranda em Antropologia Social. Belém /PA;
Angélica Homobono Nobre - Fisioterapeuta, Doutoranda em Ciências Sociais - Antropologia, Professora - UNAMA Universidade da Amazônia, e UEPA Universidade Estadual do Pará. Belém/PA;
Carla Arouca Belas - Socióloga com mestrado em Ciência, Tecnologia e Sociedade pela Universidade de Brasília. Professora do CESUPA Centro Universitário do Pará - disciplina Introdução à Propriedade Intelectual
Guiomar Santos Melo Educadora Aposentada;
Iolane Socorro Nobre de Oliveira - Psicóloga; especializada em Psicologia Clínica e Educacional / Regular e Especial. Belém/PA;
Jório Luz Bahia - Administrador, com atuação na área privada. Belém/PA;
Jamiro Ferreira de Faria - Empresário. Belém/PA;
Lívia Negrão - Licenciatura em Letras, Professora de Cultura Popular - UEPA Universidade Estadual do Pará, Mestre em Linguística. Belém /PA;
Lucy Penna - Ph.D, Psicóloga Junguiana, paraense, radicada em Goiânia/GO;
Magda Khalek - Bibliotecária, com atuação na área pública
Maiolina Nascimento Neves - Pedagoga, Especializada em Educação Infantil. Belém /PA;
José Akel - Coordenador do Curso de Arquitetura da Universidade da Amazônia - UNAMA
Mary Cândida - Assistente Social, aposentada. Belém/PA;
Rita Melém - Pedagoga, Arte-Educadora, Mestranda em Educação, Coordenadora de Educação - SEMEC Secretaria Municipal de Educação. Belém/PA;
Telma Souza Magistrada;
Waldiney Machado - Arte-Educador, Músico e Artesão - construção de instrumentos percussivos artesanais, com elementos da natureza, inspirados na cultura indígena e afro-brasileira. Belém/PA.
Mana (o) - assim o caboclo amazônida reconhece os "pareceiro" (parceiro, irmão, amigo); No oriente, "mana" tem origem nos povos ancestrais das Ilhas Melanésias e significa, para os estudiosos da mitologia, "uma determinante força cósmica que emana de todo ser; um poder divino, uma energia primordial".
Maní - Ser mítico e arquétipo da Grande-Mãe Virgem, na tradição indígena Tupi que conta a origem da sagrada raiz da mandioca (manioca em tupi) que alimentou e alimenta povos diversos da Amazônia até a América Latina.Provavelmente de origem amazônida, a mandioca foi domesticada pelos povos de ascendência ancestral Tupi. No oriente, o termo mani significa literalmente "jóia", e refere-se a um tipo de não-substância imune a danos e mudanças, simbolizando o estado iluminado da compaixão e do amor. Acredita-se que "mani" esteja associada à Deusa "Kwan-Yin" - representação da Grande-Mãe na tradição do budismo chinês.
Mana-Maní - traduz as forças complementares que movem o mundo - princípios masculino e feminino, espírito e matéria, ocidente e oriente, razão e emoção, unidas por um mundo harmônico e saudável; representa a força das raízes brasileiras; a Grande-Mãe nutridora do corpo e da alma e a rica diversidade biológica e cultural amazônica - sem paralelo no planeta, como uma promissora fonte de inspiração, para o viver a unidade na diversidade.
Conheça a Lenda de Maní
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